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sábado, 8 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Caixa reduzirá juros no SFI - Chegou sua Vez de Comprar sua casa.
Mesmo com a alta do Dólar ''Caixa acredita no mercado brasileiro e reduz juros''

Instituição cortará a partir da segunda-feira (24) as taxas mínimas de 9,50% ao ano para 8,75%
O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, afirmou nesta sexta-feira (14) que o banco vai reduzir os juros para financiamento de imóveis de até R$ 1,5 milhão. Segundo Souza, a instituição cortará a partir da outra segunda-feira (24) as taxas mínimas de 9,50% ao ano para 8,75% para unidades dentro desse teto financiadas pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
Hoje, o SFI engloba imóveis acima do limite do Sistema Financeiro de Habitação(SFH), que financia imóveis de até R$ 800 mil para todo país, exceto SP, RJ, Minas e DF, onde o limite é de R$ 950 mil.
Souza fez o anúncio durante evento da Abrainc (associação de incorporadoras).
O presidente do banco disse que a instituição antecipa mudanças possibilitadas por medidas anunciadas pelo governo em julho, mas que só começam a valer a partir de 2019.
O presidente do banco disse que a instituição antecipa mudanças possibilitadas por medidas anunciadas pelo governo em julho, mas que só começam a valer a partir de 2019.
Por: Folhapress
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Arquiteta destaca as tendências de cores!
Cores podem estar em objetos de decoração, paredes e até mesmo nos revestimentos das áreas molhadas.
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Definir as cores na hora de decorar os ambientes pode ser um pesadelo para algumas pessoas. São tantas opções que fica difícil escolher entre o amarelo canário ou o azul céu, por exemplo, sem falar do medo de errar ou até mesmo de enjoar do tom escolhido.
Por isso, estar por dentro das últimas tendências do setor pode ser o caminho para se inspirar e decidir como renovar os ambientes.
A arquiteta Sarah Heinzen, de Sorocaba, destaca que as apostas para 2018 continuam sendo os tons pastel e as cores que remetem à natureza. As cores podem estar em objetos de decoração, paredes e até mesmo nos revestimentos das áreas molhadas.
“A escolha da cor é sempre mais flexível de acordo com a personalidade de cada um. Mas as apostas dos fabricantes de tintas, que já fizeram seus lançamentos do próximo ano, seguiram com tons mais aconchegantes como o rosê e o cinza azulado. Além disso, algumas cores mais voltadas para a natureza como os tons mais terrosos ou o verde musgo também estão em alta”, destaca Sarah.
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Tons pastel continuaram sendo tendência em 2018, diz arquiteta (Foto: Divulgação)
Para quem tem medo de ousar na pintura, a arquiteta explica que não existe cor proibida. No entanto, para não enjoar da cor é preciso tomar algumas precauções.
“Não existem cores proibidas, mas algumas podem enjoar com o tempo. Tons escuros, por exemplo, vão diminuir o ambiente. Para utilizá-los é importante avaliar se o ambiente é de longa permanência ou não. Em ambientes como o lavabo, [esses tons] funcionam bem, já que a pessoa não tem contato constante com este espaço”, explica.
Quem pretende renovar os ambientes apostando nas cores dos revestimentos, as tendências também já começaram a aparecer. Sarah ressalta que as novas coleções continuam explorando bastante
"Com formatos de revestimentos como o hexágono, o losango, elementos curvos, ou até amarrações diferentes como o Chevron, que é um ziguezague muito usado antigamente nos pisos de tacos e que voltou a ser utilizado nos porcelanatos”, finaliza a arquiteta.
Faça do seu jeito
O mercado traz as tendências para inspirar os consumidores, mas cada um pode fazer do seu próprio jeito. A dona de casa Teresa Oliveira, por exemplo, encontrou um modo diferente para colorir o apartamento no centro de Sorocaba. Ela partiu da ideia de dar um novo significado a materiais que seriam descartados.
“Meu objetivo era organizar e alegrar o ambiente, então pensei em tecidos com cores vibrantes. Olhei para o que eu tinha em casa e que daria para ser reciclado, pois gosto das cores nos objetos e não nas paredes”, conta Teresa.
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Teresa utilizou barbantes, retalhos de chita e materiais que seriam descartados para trazer cor ao apartamento (Foto: Divulgação)
Preço De Imóvel Acumula Queda Real De 18% Em Menos De Quatro Anos 10 Sep 2018

Com a economia andando de lado e o consumidor evitando fazer dívidas, o preço dos imóveis residenciais tem variado abaixo da inflação há mais de três anos e meio, segundo a pesquisa FipeZap. Desde dezembro de 2014, a variação do preço de compra da casa própria, em 20 cidades, perde da inflação, considerando a variação em 12 meses.
A queda real dos preços dos residenciais entre o começo de 2015 e agosto deste ano é de 18,2%. Assim, um imóvel que era vendido por R$ 500 mil em janeiro de 2015 está sendo oferecido hoje por R$ 503 mil, segundo a pesquisa FipeZap. Mas, como o aumento de preços ficou abaixo da inflação, esse valor equivaleria a cerca de R$ 408,8 mil. Neste ano, até agosto, houve uma queda real de 3,14% nos preços dos imóveis prontos.
A reversão de expectativas quanto ao crescimento do País este ano e as incertezas eleitorais em outubro devem postergar a retomada do mercado imobiliário em todo o País, na visão do economista Bruno Oliva, da Fipe. “O impacto das incertezas no mercado imobiliário é duradouro, porque o consumidor vai pensar muito bem antes de se aventurar em uma dívida que pode durar até 30 anos.”
O pesquisador do Núcleo de Real Estate da Poli-USP João da Rocha Lima Júnior lembra que o mercado imobiliário, após uma onda de otimismo antes da crise, amargou uma desaceleração forte nos últimos anos. “O setor teve de se adequar, segurar preços e rever lançamentos para reduzir as perdas.”
Na virada de 2014 para 2015, a deterioração da economia começou a se refletir na alta dos distratos – como é chamada a desistência da compra de imóveis novos. Um levantamento da Fitch, feito com nove empresas do setor, apontava que de cada 100 imóveis vendidos em 2015, 41 foram devolvidos.
Para o diretor de vendas da Lello, Igor Freire, os preços de imóveis variam abaixo da inflação porque vinham de uma sobrevalorização dos anos anteriores à crise. “Na média, hoje, o vendedor tem concordado em dar descontos de 7% a 10% para não perder a venda.”
Matheus Fabricio, diretor executivo da rede de imobiliárias Lopes conta que, nas últimas 150 vendas feitas pelo grupo em São Paulo, a média de descontos que o comprador conseguiu foi de 9%. “Nos imóveis de alto padrão, chegou a 15%.”
Com o desaquecimento do mercado, o proprietário foi obrigado a ceder e fazer uma avaliação realista do preço do imóvel, diz. Ele lembra de uma propriedade na zona sul de São Paulo que ficou mais de dois anos à venda, até que o dono aceitasse baixar o preço em 39%.
Na avaliação dos especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, a tendência é que os preços dos imóveis não tenham uma variação significativa no começo de 2019, devendo voltar a registrar aumentos reais entre o fim do ano que vem e 2020. As informações são do jornal O Estado de São Paulo
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Mudanças sobre o crédito imobiliário anunciados pela Caixa Econômica Federal já começou a valer.
A CEF (Caixa Econômica Federal) anunciou a redução nas taxas de juros do crédito imobiliário nesta sexta-feira (24). De acordo com a Caixa, a redução é de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Além disso, o banco ainda aumentou percentual do valor para financiar imóvel usado. As mudanças começam a valer nesta sexta (24/08).
No caso de imóveis dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), as taxas mínimas passaram de 9% ao ano para 8,75% ao ano. Para imóveis no SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), a taxa foi de 10% ao ano para 9,5% ao ano.
A Caixa anunciou ainda uma melhoria das condições de financiamento de imóveis para pessoa física. Os imóveis usados podem ter até 80% do valor financiado e, atualmente, o limite era de 70%. Com isso, as pessoas precisam ter uma entrada menor para financiar o imóvel.
Nelson Antônio de Souza, presidente da CEF, diz que a nova redução das taxas de juros facilita a compra da casa própria. “Cabe à Caixa, como principal agente financeiro da habitação, continuar oferecendo as melhores taxas e condições para os nossos clientes, além de colaborar com a retomada de investimentos do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, afirma.
Em abril deste ano, a Caixa reduziu em até 1, 25 p.p. as taxas de juros de crédito imobiliário para operações SBPE e mudou o limite de cota de financiamento do imóvel usado de 50% para 70%. Em julho, reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.
SFH e SFI
Segundo a Caixa, estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, cujo limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.
Fonte: R7
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
FGTS Para Imóvel: Saiba Usá-Lo No Financiamento Imobiliário18 Aug 2018
Entenda como usar FGTS para imóvel e os requisitos necessários para financiar um imóvel com esse recurso
O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é um direito de todos os trabalhadores em regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), e corresponde a 8% do valor total do salário. Essa quantia pode ser sacada quando a pessoa é demitida sem justa causa, caso contrário, a mesma ficará inativa e só poderá ser sacada, geralmente, ao se aposentar.
No entanto, em alguns casos específicos, é possível usar o FGTS para imóvel no ato do financiamento até mesmo se a pessoa estiver empregada. Saiba quais são os passos a serem seguidos para resgatar o fundo na compra de uma nova propriedade.
Como É Feito O Resgate Do FGTS?
Caso sua demissão tenha sido sem motivo aparente, você tem o direito de fazer o saque do FGTS a qualquer momento e transferir o valor à sua conta pessoal. Ao fazer esse procedimento, separe o RG (Registro Geral), a carteira de trabalho e o número de inscrição no PIS/PASEP (Programa de Integração Social de Formação do Patrimônio do Servidor Público).
Feito isso, confirme o pedido de saque com o empregador. Nesse caso, quando há rescisão de contrato, cabe ao empregador comunicar o ocorrido à Caixa Econômica Federal, por meio do canal eletrônico Conectividade Social. Pronto! No prazo de 5 dias úteis você poderá sacar seu benefício.
Vale ressaltar que os saques de valor igual ou inferior a R$ 3 mil podem ser feitos em casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e postos de atendimento eletrônico. Ainda, caso você possua o Cartão do Cidadão e uma senha cadastrada, é só ir em quaisquer salas de autoatendimento das instituições.
Nas demais situações, quando a quantia for superior a R$ 3 mil, o saque do benefício pode ser feito em qualquer agência da Caixa Econômica Federal pessoalmente. Essa medida é tomada tendo em vista mais segurança ao trabalhador caso seja preciso ter um alto valor de dinheiro nas mãos.
Uso De FGTS Para Compra De Imóvel
Como mencionado, é possível sacar o Fundo de Garantia para dar entrada em um novo imóvel. No entanto, antes de dar entrada no financiamento, verifique se você atende e alguns requisitos básicos como:
- ter trabalhado três anos não consecutivos com carteira assinada sob o regime CLT;
- trabalhar ou residir no município onde o bem a ser adquirido está situado;
- possuir contrato de trabalho ativo ou saldo em conta vinculada ao benefício na data de concessão do financiamento. Nesse caso, a quantia deve ser correspondente a, no mínimo, 10% do valor total da propriedade;
- não ter financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação),
- não ser proprietário de nenhuma habitação na planta, em obras ou pronta, localizada na região metropolitana de atual residência.
A propriedade a ser comprada também precisa se enquadrar em alguns pontos para poder ser parcialmente quitada com o FGTS. Confira!
- Desde o início de 2017, o imóvel a ser adquirido pelo financiamento com FGTS não pode exceder o valor de R$ 1,5 milhão em qualquer parte do Brasil;
- Caso a propriedade seja semi-nova, ela não pode ser comprada com o fundo caso esse recurso já tenha sido usado nos últimos três anos;
- O bem deve estar localizado no município, cidades limítrofes ou integrantes da mesma região metropolitana onde o comprador trabalha ou reside há pelo menos 1 ano,
- Deve destinar-se à residência do comprador, sendo proibida sua utilização como moradia exclusiva de familiares, dependentes ou terceiros.
Se você atendeu a todos os requisitos, separe toda a documentação necessária para formalizar a solicitação de retirada do FGTS. Nesse caso, a papelada necessária se resume em carteira de trabalho, comprovante de residência, certidões de casamento e nascimento, RG e CPF (Cadastro de Pessoa Física).
Com relação aos papéis do imóvel, é preciso apresentar a cópia do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e certidão de matrícula do imóvel a ser comprado. Assim, será possível, comprovar sua regularidade perante o cartório de registro de imóveis.
O último passo antes de concluir o saque do FGTS para imóvel é solicitá-lo a um agente financeiro (bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário). Essas instituições, por meio de um documento específico, comunicará à Caixa Econômica Federal seu interesse em resgatar esse direito trabalhista.
A partir daí, na maioria das situações a liberação do fundo acontece em, aproximadamente, cinco dias. Contudo, no meio do caminho pode haver entraves, como a aprovação do financiamento – essa leva, em média, dois a três meses até ser concluída, que podem adiar sua disponibilidade de saque.
Pró Cotista e Financiamento bancário
Bancos Suspendem Financiamento Mais Barato De Imóveis Usados. E Agora? 18 Aug 2018
Como historicamente a linha pró-cotista cobra menores juros e por ter um orçamento limitado todos os anos, é comum que ela seja suspensa antes de dezembro
Quem quiser financiar um imóvel usado através da linha pró-cotista, que usa recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e é tradicionalmente considerada a mais barata do mercado, vai ter que esperar. No início deste mês, a Caixa anunciou a suspensão temporária desse tipo de crédito, na esteira do Banco do Brasil, que havia feito o mesmo em maio.
O Santander passou a oferecer a linha pró-cotista recentemente, e é o único banco privado, por ora, a fazer isso. A instituição não divulgou detalhes sobre as condições do crédito, mas o site EXAME apurou que, assim como no BB e na Caixa, ele só está disponível para imóveis novos que sejam financiados pelo próprio banco.
O Bradesco afirmou que vai disponibilizar a linha pró-cotista a partir de janeiro de 2019, mas não abriu as condições do crédito. O volume de recursos disponível para a linha pró-cotista é definido todos os anos no orçamento do governo. Para 2018, a cifra ficou em 5 bilhões de reais, 35% menor do que o volume de 2017. Agora, há menos de 1,8 bilhão de reais disponíveis para este ano, exclusivamente para imóveis novos.
Como historicamente a linha pró-cotista cobra os menores juros para quem não se enquadra nas regras do MCMV (Minha Casa Minha Vida), e por ter um orçamento limitado todos os anos, é comum que ela seja suspensa pelos bancos antes de dezembro.
Veja abaixo as taxas de juros praticadas pelos bancos em cada modalidade.

“Do começo deste ano para trás, a linha pró-cotista era uma alternativa barata de crédito em comparação às taxas de juros que estavam sendo praticadas pelos bancos”, diz Marcelo Prata, fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.
“Mas, hoje, a diferença desse crédito para as demais linhas disponíveis não está tão grande. Estamos no mesmo patamar de taxas de 2014. Naquela época, os indecisos acabavam comprando o imóvel a qualquer oscilação para baixo nas taxas de juros. Tínhamos emprego, bons salários e a confiança estava alta. Hoje, apesar de as taxas estarem no mesmo patamar, o cenário macroeconômico é bem diferente. Não dá para as pessoas decidirem financiar um imóvel só porque as taxas estão menores”, afirma Prata.
A vantagem da linha pró-cotista é que ela aceita imóveis de até 950 mil reais nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até 800 mil reais nos demais estados. É possível financiar até 80% do valor do imóvel. Enquanto isso, o Minha Casa Minha Vida só aceita imóveis de até 300 mil reais.
Outra diferença é que o financiamento pelo MCMV só está disponível para quem tem renda de até 9 mil reais, enquanto a linha pró-cotista não tem limite de renda. Porém, para ter acesso à pró-cotista, é preciso ter conta ativa no FGTS há pelo menos 36 meses ou uma conta ativa no FGTS com saldo de pelo menos 10% do valor do imóvel.
Quem não se encaixa nas exigências da linha pró-cotista pode financiar o imóvel através do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que também usa os recursos do FGTS. O limite de preço dos imóveis financiados pelo SFH é o mesmo da linha pró-cotista, com taxas que começam em 8,80% ao ano mais TR (taxa referencial), no Itaú (veja as taxas nos demais bancos na tabela acima).
Se o valor do imóvel for maior do que 950 mil reais nos estados de SP, RJ, MG e DF, ou maior do que 800 mil reais nos demais estados, é possível financiar através da linha SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário) ou Carteira Hipotecária. As taxas desse tipo de crédito também começam em 8,80% ao ano mais TR, no Itaú.
É importante ressaltar que as taxas informadas são padronizadas, mas podem variar conforme o relacionamento do cliente com cada banco. Isso vale tanto para os financiamentos através do SFH quanto para os financiamentos através do SFI.
A partir de 2019, o valor do limite de financiamento com uso do saldo do FGTS será ampliado para 1,5 milhão de reais. A decisão foi anunciada em agosto deste ano pelo governo como forma de estimular o mercado imobiliário no país.
Fonte: Exame
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